Concursos de TI em 2026: Por que o “Estudo Reverso” pode reprovar você?

Você sente que as provas de concursos na área de Tecnologia da Informação estão mudando? Se a resposta é sim, você está certo. O ano de 2026 promete ser um divisor de águas. As bancas estão “subindo o sarrafo” e quem mantiver as velhas táticas de estudo corre sérios riscos de ficar para trás.

Recentemente, acompanhando insights sobre a área de segurança pública (inspirados pelo canal do Natanaël da Macena), percebi um padrão que se aplica perfeitamente à nossa realidade na TI: é preciso estudar de forma totalmente diferente em 2026.

Neste artigo, vou detalhar por que o “Estudo Reverso” pode ser uma armadilha na TI, como utilizar questões de forma estratégica e o que esperar dos grandes concursos como Banco do Brasil e Caixa.

🚫 O Perigo do “Estudo Reverso” na TI

Existe uma técnica popular chamada “estudo reverso” (estudar começando pelas questões para depois ir à teoria). Embora funcione em algumas áreas, na TI, isso é extremamente temeroso.

Por que digo isso?

As bancas atuais não fazem mais perguntas simples e diretas como “O que é um banco de dados?” ou “O que é normalização?”. Elas exigem conhecimento contextualizado.

O Exemplo Prático de Banco de Dados

Imagine uma questão sobre normalização. A banca não vai pedir a definição da 3ª Forma Normal. Ela vai:

  1. Apresentar um estudo de caso real;
  2. Mostrar uma tabela ou esquema de dados;
  3. Explicar um cenário de erro;
  4. Perguntar em qual forma normal aquele banco se encontra ou como corrigir o problema.

Se você não tiver a base teórica sólida antes de ir para a questão, você não terá o raciocínio prático necessário para resolver o problema. Na TI, a teoria é a base para entender o contexto. Sem ela, o estudo reverso vira um jogo de adivinhação.


🎯 Questões: Ferramenta de Estudo vs. Revisão

Muitos candidatos usam questões apenas como simulado ou revisão final. Minha proposta para 2026 é diferente: use as questões como ferramenta ativa de aprendizado.

O Método Sugerido

Ao invés de apenas revisar, faça o seguinte ciclo:

  1. Você estudou Banco de Dados ontem.
  2. Hoje, antes de iniciar a matéria nova do dia, faça uma bateria de questões sobre o tema de ontem.

Qual o objetivo?

Isso não é apenas uma revisão passiva; é uma prática ativa. Serve para fixar o conteúdo fresco e identificar lacunas antes que elas se tornem “bolas de neve”.


⚠️ O Erro dos “Experientes”: Negligenciar o Básico

Um erro comum, que eu mesmo cometi recentemente, é achar que já dominamos as matérias básicas (Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico) ou fundamentos da área.

Mesmo candidatos experientes têm visto suas notas despencarem em conhecimentos gerais por falta de prática. Não caia na armadilha de achar que o conteúdo está “vencido”.

  • Português não se garante apenas com o que aprendeu na escola.
  • Fundamentos de TI precisam de atualização constante.

Se suas notas em simulados estão baixas em matérias básicas, pare e volte para a teoria. Use seu material de revisão, releia seus resumos e trate o estudo com seriedade.


📊 Estudo de Caso Real: A Importância de Medir seu Desempenho

Para provar meu ponto, fiz um levantamento recente do meu próprio desempenho (Janeiro de 2026) para entender onde precisava melhorar. Veja os dados do meu “Diário de Bordo”:

TópicoBancaResultadoAnálise
Engenharia de SoftwareCebraspe85% de acertoDomínio alto, apenas revisão pontual necessária.
ISO 27001 (Segurança)FGV/Cebraspe45% – 50% de acertoAlerta Vermelho. O conhecimento básico não foi suficiente.

A Lição:

Em Segurança da Informação, ter apenas os fundamentos me garantiu acertar metade das questões. Mas para ser aprovado, precisamos de mais. Percebi que preciso imergir na ISO 27001, ler a norma e entender como as bancas cobram os detalhes.

Não adianta ter ego. Se os números mostram fraqueza, trace um plano de ação e ataque aquele ponto fraco.


🚀 Tendências para 2026: Banco do Brasil e Caixa

Para 2026, a previsão é clara: não espere facilidade.

Temos no radar concursos gigantes como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. O Banco do Brasil, por exemplo, já iniciou trâmites que indicam uma nova seleção em breve.

O que esperar das provas?

  • Contextualização: Menos “decoreba”, mais estudos de caso.
  • Complexidade: As bancas vão elaborar questões que exigem que você saiba aplicar frameworks e ferramentas em situações reais.
  • Profissionalismo: Encare o estudo como um trabalho. Você não falta ao trabalho porque está “sem vontade”, certo? Faça o mesmo com seu cronograma.

Conclusão: Comece Agora

O segredo para 2026 é a consistência aliada à estratégia correta. Não busque atalhos como o estudo reverso sem base teórica e jamais subestime as matérias básicas.

Se você quer encurtar seu caminho até a aprovação, eu preparei materiais focados exatamente nessa nova realidade das bancas.

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E você? Acredita que as bancas vão pegar mais pesado em 2026? Deixe sua opinião nos comentários!

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